Lagoa Murano: Encontro com uma criatura enigmática
Data: 2011-08-11
Horário: 09:00:00
Autor: Antonio Chiumiento
Fonte: Adriano T.
Descrição
O que você faria se, em um dia comum de pesca, se deparasse com algo que desafia tudo o que sabemos sobre a vida na Terra? Foi exatamente isso que aconteceu com Adriano T., um homem que jamais esquecerá aquela manhã na Lagoa de Murano, na Itália. Seu relato, coletado pelo renomado ufólogo Antonio Chiumiento, ainda hoje gera debates e arrepios.
Uma Manhã Perfeita… Até que Algo Inexplicável Acontece
Julho ou agosto de 2011. O relógio marcava cerca de 9h da manhã quando Adriano T. e três amigos partiram para um dia de pesca na tranquila Lagoa de Murano, em Udine. O céu estava limpo, a água serena, e nada indicava que algo fora do comum aconteceria. Como de costume, Adriano seguiu o trajeto tradicional, navegando entre as briccole, estruturas de madeira que delimitam os canais na região.
Ao se aproximar da briccola número 12, reduziu a velocidade e lançou âncora. Os amigos começaram a preparar seus anzóis, mergulhados na expectativa de uma boa pescaria. Mas, em segundos, essa calma foi quebrada por algo completamente surreal. Adriano foi o primeiro a perceber. Algo emergiu da lagoa, lentamente, rompendo a superfície marrom e turva. Primeiro, o topo da cabeça. Depois, o pescoço. Uma presença que parecia observar o barco de perto, mas não era humana.
O choque foi instantâneo. Seu coração disparou, e um arrepio percorreu sua espinha. Instintivamente, ele chamou seu cunhado e apontou na direção da aparição. Eles se entreolharam, incrédulos. Não era um mergulhador. Não era um peixe. O que quer que fosse, desafiava qualquer explicação lógica.
A criatura manteve-se ali, imóvel, observando-os com um olhar penetrante. Seus olhos, amarelos e amendoados, tinham pupilas verticais, lembrando um réptil. Sua pele, de um tom amarelo-limão, era completamente lisa e sem pelos. O queixo pouco pronunciado, a boca e o nariz semelhantes aos de um humano. Mas havia algo de anfíbio em sua aparência.
O tempo parecia ter parado. Durante cinco ou seis minutos, Adriano e seus amigos encararam a entidade em um misto de fascínio e terror. O silêncio era absoluto, como se até a lagoa tivesse suspendido sua respiração.
A tensão foi quebrada quando a mulher do grupo murmurou, assustada:
— O que é isso?
O pavor tomou conta dela, e por pouco não gritou. Os homens tentaram acalmá-la, temendo que qualquer movimento brusco pudesse assustar a criatura — ou pior, provocá-la. A entidade, por sua vez, apenas observava, imóvel, como se estivesse estudando os humanos à sua frente.
Então, de repente, algo ainda mais estranho aconteceu.
Sem aviso, a criatura girou lentamente o rosto na direção oposta e, sem hesitar, mergulhou de volta na água de forma completamente vertical, como se tivesse sido sugada para o fundo da lagoa. Nenhuma ondulação, nenhum movimento residual. Apenas o mesmo silêncio profundo.
Eles esperaram, tentando processar o que tinham acabado de testemunhar. Ficaram ali por mais uma hora, na esperança de um novo sinal. Nada. A criatura havia desaparecido tão misteriosamente quanto surgira.
Ao retornarem ao porto, ninguém sabia o que dizer. O que eles tinham visto naquela manhã? Um ser desconhecido da ciência? Um habitante oculto das águas? Uma forma de vida jamais documentada?